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Como um avião da Otan cumpre uma tarefa arriscada: rastrear e se esquivar da Rússia no Mar Báltico

Patrulha da Marinha francesa no Mar Báltico revela tensões entre Rússia e Ocidente. A operação Sentinela Báltica busca monitorar atividades de sabotagem na região, enquanto a presença militar russa intensifica a vigilância.

A missão francesa no Mar Báltico:

Um avião Atlantique 2 da Marinha francesa patrulhou o Mar Báltico a 274 metros de altitude, tendo como alvo um navio de guerra russo. Sem torpedos, sua única arma era uma câmera de alta resolução.

Conflito no Báltico:

O Mar Báltico, uma área militarmente tensa, é um cenário de crescente conflito entre Rússia e Ocidente. Durante a missão, forças russas tentaram interferir no GPS do avião, e um navio russo bloqueou seu radar.

Sabotagem suspeita:

A patrulha estava ligada a suspeitas de que navios comerciais danificaram cabos submarinos e gasodutos. A OTAN lançou o programa Sentinela Báltica para monitorar a área e prevenir sabotagens, em resposta a esses incidentes.

A resposta da OTAN:

A Sentinela Báltica é vista como uma renovação na aliança militar, com patrulhas contínuas desde janeiro. O general Christopher Cavoli destacou a capacidade da OTAN de responder rapidamente a desestabilizações.

Incidentes e ameaças:

Embora a missão não tenha como alvo específico a Rússia, a preocupação é visível. Um russo radar foi orientado no avião, e autoridades francesas descreveram isso como intimidação.

Ações militares:

Forças finlandesas tomaram controle de um navio suspeito de danificar cabos submarinos, e outros episódios semelhantes foram identificados, mas a falta de evidências concretas impede acusações diretas contra a Rússia.

Desafios:

A Sentinela Báltica não aborda a frota russa “nas sombras”, usada para transportar petróleo de forma clandestina, um problema identificado por especialistas. Eles enfatizam a necessidade de ações mais firmes para impedir tais operações.

Conclusão:

Romain, do Atlantique 2, mencionou que monitora atividades suspeitas, mas reconheceu que não há procedimentos para deter embarcações em águas internacionais.

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