Confiante com notícias positivas, Trump faz campanha e demonstra obsessão por Nobel da Paz
Trump intensifica esforços para promover a paz na Ucrânia e conquistar o Nobel da Paz, enquanto seus aliados destacam vitórias políticas internas. Apesar das recentes vitórias, o desfecho do conflito ainda é incerto e pode impactar suas chances de reconhecimento internacional.
Pressão pública e ações de governo garantiram a Donald Trump vitórias políticas, mas não o suficiente para se tornar favorito ao Nobel da Paz.
Recentemente, o presidente intensificou esforços para acabar com a guerra entre Ucrânia e Rússia. Promoveu um encontro com Vladimir Putin no Alasca e recebeu Volodimir Zelenski na Casa Branca, buscando um cessar-fogo.
A pressão por uma trégua coincide com a proximidade do anúncio dos vencedores do Nobel da Paz, em 10 de outubro.
Trump e aliados destacam suas ações como prova de que ele é um pacificador. Recentemente, a Casa Branca elogiou uma "semana cheia buscando a paz".
- Vitórias internas incluem a aprovação de uma lei no Texas, aumentando o número de cadeiras no Congresso de 25 para 30.
- A Califórnia propõe aumentar cinco representantes para democratas.
- Um tribunal em Nova York anulou multa de US$ 464 milhões contra Trump.
- Jerome Powell, do Federal Reserve, sinalizou corte na taxa de juros após pressão de Trump.
- FBI conduziu busca na casa de John Bolton, ex-assessor de Trump.
Trump anunciou a data do sorteio da Copa do Mundo 2026 em reunião com o presidente da FIFA, Gianni Infantino.
Seu objetivo de conseguir a paz na Ucrânia, prometido na campanha, é visto como a chave para o Nobel. Ele reivindica crédito por resolver conflitos e busca apoio internacional para sua candidatura ao prêmio.
Entre os apoiadores de sua indicação estão líderes de vários países, incluindo Benjamin Netanyahu e o primeiro-ministro cambojano Hun Manet.
Trump está em busca de igualdade com outros presidentes americanos que receberam o prêmio, como Barack Obama, Jimmy Carter, e outros.