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CPI do INSS: defensora pública admite ter identificado irregularidades em 2019

CPI do INSS inicia trabalhos com depoimento polêmico da defensora pública Patrícia Bettin Chaves. Discussões acaloradas revelam irregularidades nos descontos em aposentadorias desde 2019 e tensão entre parlamentares.

CPI do INSS realizou sua primeira oitiva nesta quinta-feira, com o depoimento da defensora pública Patrícia Bettin Chaves.

Ouvindo controvérsias sobre o surgimento de fraudes, Patrícia revelou que identificou irregularidades em descontos de aposentadorias desde 2019, durante o governo Jair Bolsonaro.

Ela destacou a vulnerabilidade de muitos aposentados, que envolvem principalmente idosos de baixa renda e comunidades remotas, como indígenas e quilombolas. Os descontos, que variavam de R$ 30 a R$ 90, eram muitas vezes ligados a créditos consignados.

Durante a oitiva, Patrícia se envolveu em embates com senadores bolsonaristas, especialmente com o senador Marcos Rogério, a quem ela se recusou a responder sobre possíveis negligências.

Foi aprovada a investigação de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como o “careca do INSS”, apontado como operador central em fraudes, além de 37 requerimentos para acesso a documentos do INSS.

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