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CPI do INSS inicia depoimentos, e oposição mira possível conflito de interesse da PF

CPI do INSS inicia depoimentos com tensão entre governo e oposição. Estratégias se afunilam enquanto parlamentares tentam explorar possíveis conflitos de interesse e garantir maioria no colegiado.

CPI do INSS se reúne nesta quinta-feira para os primeiros depoimentos importantíssimos, enquanto governo e oposição ajustam estratégias.

A oposição busca expor conflitos de interesse na investigação da Polícia Federal, alegando que pode ter poupado aliados do governo.

A base governista tenta assegurar poder no colegiado para evitar novas derrotas, como a ocorrida na última eleição para a liderança do grupo.

Um depoimento sigiloso está agendado para o delegado Bruno Oliveira Pereira Bergamaschi, responsável pela Operação Sem Desconto. A oposição pretende questioná-lo sobre um contrato do advogado Enrique Lewandowski, filho do ministro da Justiça, com uma entidade investigada.

Apesar da pressão, Frei Chico, irmão do presidente Lula e vice do Sindnapi, não será convocado para depor, conforme um acordo anterior entre as partes.

A oposição também busca ampliar o acesso a dados das investigações, solicitando relatórios da CGU, informações da AGU e da Dataprev, além de rastrear visitas de dirigentes investigados no Congresso e em ministérios.

Com a tentativa do governo de evitar novas derrotas, trocas de integrantes da CPI estão em andamento. Senadores como Omar Aziz e Renan Calheiros deixaram o colegiado visando garantir pelo menos 18 votos para a base governista.

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