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CPI do INSS: Planalto muda estratégia após revés e mira convocação de Bolsonaro

Governo organiza estratégia para minimizar impactos da CPI do INSS e evitar convocação de aliados. Tropa de choque tentará direcionar investigações às gestões anteriores e proteger figuras próximas a Lula.

Governos buscam estratégias após instalação da CPI do INSS.

A derrota na criação da CPI do INSS gerou preocupação no governo federal, que se mobiliza para evitar que a comissão se torne um palco de oposição.

Principais ações:

  • Formação de uma tropa de choque na comissão.
  • Insistir em uma linha do tempo que relacione as fraudes à gestão de Jair Bolsonaro, não a Lula.
  • Foco em requerimentos para proteger o irmão de Lula, Frei Chico, de convocações.

O Planalto perdeu a presidência e a relatoria da CPI, gerando reviravoltas na base aliada. O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) coordenará a atuação governista e já se reuniu com Lula. O governo considera crucial controlar as convocações, pois conta com apenas 16 ou 17 dos 32 membros da comissão.

Outras estratégias incluem:

  • Convocar ex-integrantes do governo Bolsonaro para depor.
  • Wolney Queiroz, ministro da Previdência, deve apresentar ações do governo contra fraudes, como pagamento de R$ 1 bilhão a aposentados afetados.

A reunião convocada por Gleisi Hoffmann no Planalto discutiu erros de articulação e a necessidade de atuar de forma eficaz na CPI. A oposição já apresentou mais de 320 requerimentos.

O senador Izalci Lucas (PL-DF), da oposição, defendeu a apuração da verdade, evitando uma disputa entre Lula e Bolsonaro.

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