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Crescimento do PIB dos EUA é revisado para cima; lucros corporativos sobem no 2º tri

Revisão do PIB reflete aumento nos gastos dos consumidores e investimentos, apesar da contração do primeiro trimestre. Economistas alertam para a necessidade de analisar a demanda interna para uma melhor avaliação da saúde econômica.

O departamento do comércio dos EUA anunciou, nesta quinta-feira (28), uma revisão do PIB (Produto Interno Bruto) do segundo trimestre para 3,3%, em comparação com a estimativa anterior de 3%.

Ao mesmo tempo, o PIB do primeiro trimestre foi ajustado para baixo, apresentando uma contração de 0,5%, marcando o primeiro declínio em três anos.

Economistas esperavam uma elevação do PIB do segundo trimestre para 3,1%. A revisão foi impulsionada por aumentos nos gastos dos consumidores e investimentos em equipamentos por empresas.

As flutuações nas importações dificultam a verdadeira avaliação da saúde econômica. Economistas recomendam analisar vendas finais para compradores domésticos privados, excluindo comércio, estoques e gastos do governo. Esta medida aumentou a 1,9% no último trimestre, superior à taxa inicial de 1,2%.

Os resultados corporativos se recuperaram no segundo trimestre, mas as tarifas sobre importações elevam os custos, limitando ganhos e prejudicando o crescimento. Os lucros da produção aumentaram US$ 65,5 bilhões no último trimestre, após uma queda de US$ 90,6 bilhões no primeiro trimestre.

A política comercial protecionista do presidente Donald Trump elevou as taxas médias de importação ao nível mais alto em um século, impactando vários setores. A implementação das tarifas trouxe incertezas e dificultou a análise dos dados econômicos.

O carregamento antecipado das importações contraiu o PIB no primeiro trimestre, seguido por uma recuperação quando o fluxo de mercadorias estrangeiras diminuiu.

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