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Crise de liquidez na Argentina coloca Milei em atrito com bancos

Presidente argentino enfrenta resistência do setor bancário após novas regras de liquidez. Executivos alertam sobre os altos custos e a ineficiência das exigências diárias de reservas.

Tensões Crescentes na Argentina: O presidente Javier Milei enfrenta conflito com os bancos após novas medidas de liquidez.

Novas Regras: Exigem que instituições cumpram requisitos de reserva diariamente, aumentando custos e ineficiências, segundo executivos.

Reunião Virtual: Durante encontro com mais de 100 investidores, Darío Stefanelli (banco central) enfrentou críticas e explicou as regras.

Impacto das Medidas: Desde julho, o governo retirou pesos do mercado, levando a um desvalorização de mais de 12% e uma crise de liquidez.

Refinanciamento de Dívida: Apenas 61% da dívida em pesos foi refinanciada em agosto, resultando em injeção de 6 trilhões de pesos na economia.

Exigências de Reserva: Medidas aumentaram custos financeiros, com a taxa repo subindo para 80% ao ano. Empresas pagaram até 100% ao ano para financiamento.

Resposta do Governo: O ministro Luis Caputo afirmou que o governo absorverá excessos de pesos em circulação com diferentes ferramentas.

Consequências: Medidas ajudaram a estabilizar o peso, mas a lucratividade dos bancos deve cair, refletida nas ações que caíram 8,2% em Nova York.

Comentário de Milei: “Não irei liberar dinheiro para atacar a taxa de câmbio”, destacou o presidente em recente transmissão.

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