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Crucero de la COP30 prohíbe alojamiento de 20 países por restricciones diplomáticas

A apenas dois meses da COP30 em Belém, um dos cruceros contratados apresenta restrições que impedem a recepção de delegações de 20 países. O governo brasileiro busca soluções logísticas enquanto enfrenta desafios de hospedagem para os participantes do evento.

Crise de alojamento em Belém é exacerbada a menos de dois meses da COP30.

Um dos dois cruceros alugados pelo governo não poderá acolher delegações de 20 países, incluindo Cuba, Irã e Sudão, devido a regulamentos da Carnival Corporation.

A restrição se aplica a países sem relações diplomáticas com os EUA e gera polêmica. O barco Costa Diadema está limitado, enquanto o MSC Seaview não possui restrições.

O governo brasileiro está tentando resolver os desafios logísticos para acomodar até 50,000 pessoas durante o evento, de 10 a 21 de novembro.

A distribuição do alojamento ocorrerá em etapas, priorizando os países em desenvolvimento e oferecendo tarifas de até US$ 220.
As demais delegações poderão alugar por até US$ 600.

Além de utilizar os transatlânticos, o Brasil planeja construir novos hotéis e adaptar escolas públicas como hostels.

Após pedidos de mudança de sede, o governo reafirmou a realização da COP30 em Belém, prometendo garantir alojamento para os 72 países mais vulneráveis.

Os preços de hospedagem começaram a cair, com a Airbnb reportando uma queda de até 22% em agosto. No entanto, a participação da sociedade civil e de alguns países ainda é questionada devido a anúncios abusivos.

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