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Deflação na China aciona luz amarela em ano de tarifaço

Deflação na China acende alerta sobre a fragilidade econômica, exigindo ações do governo para estimular o consumo e evitar um cenário de preços persistente em queda. Especialistas projetam que medidas fiscais serão essenciais para reverter a tendência e alcançar metas de crescimento em 2025.

Deflação na China: Em fevereiro, a China registrou uma deflação de -0,7% acumulada em 12 meses, gerando preocupação sobre a recuperação dos preços.

Obstáculos à recuperação: A crise imobiliária e tarifas de exportação para os EUA dificultam a recuperação do consumo interno.

Medidas necessárias: Economistas sugerem que o governo de Xi Jinping deve implementar mais medidas fiscais para aumentar a demanda agregada e atingir uma inflação superior a 0,2% em 2025.

Expectativas para 2025: O CPI pode subir 0,7% e o PIB crescer 4,8%, mesmo enfrentando tarifas de 20% nas exportações para os EUA.

Setor imobiliário: A reestruturação gera desafios para os gastos das famílias, com 60% das poupanças investidas em imóveis. No entanto, ações governamentais podem estabilizar os preços dos imóveis e as vendas.

Investimentos e inovações: O governo investe em inteligência artificial, data centers e infraestrutura, o que pode impulsionar a economia.

Presão sobre preços: A estratégia de apoio às indústrias pode continuar pressionando o índice de preços ao produtor, que está em deflação há dois anos.

Calibração dos gastos: O governo deve ajustar os gastos públicos para incentivar a demanda e lidar com as tarifas dos EUA, aumentando o pacote fiscal de 6% para 8% do PIB.

Medidas estruturais: Para combater a inflação baixa ou negativa, são necessárias ações no setor imobiliário e no modelo econômico dependente de exportações.

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