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Delegado da PF não será obrigado a responder perguntas da CPMI do INSS

Delegado da PF terá liberdade para selecionar perguntas a serem respondidas durante audiência na CPMI do INSS. A decisão busca proteger investigações em curso, que apuram fraudes contra aposentados e pensionistas.

Delegado Bruno Bergamaschi não será obrigado a responder todas as perguntas durante audiência na CPMI do INSS nesta quinta-feira (28).

A decisão foi respaldada pela advogada-geral do Senado, Gabrielle Tatith Pereira, que autorizou o delegado a avaliar cada questionamento para evitar riscos às investigações em curso.

Bergamaschi integra o núcleo da Operação Sem Desconto, que investiga fraudes contra aposentados e pensionistas.

O depoimento ocorrerá em caráter reservado, em sessão secreta, com acesso restrito a parlamentares e poucos assessores, sem a presença da imprensa.

Segundo o parecer da advogada, informações sigilosas sobre diligências devem ser solicitadas diretamente ao Judiciário.

Ainda assim, parlamentares demonstraram interesse em detalhes sobre a linha investigativa e depoimentos já colhidos. Aliados do governo pedem cautela ao delegado, para preservar as apurações em andamento.

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