Departamento de Justiça não deve investigar Signalgate, indica procuradora-geral de Trump
Pam Bondi descarta investigação sobre o "Signalgate" e defende ações do governo Trump. Quadrantes políticos pedem apuração do caso, ressaltando os riscos à segurança das tropas americanas.
Nova declaração sobre o "Signalgate": A procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, disse que é improvável que o Departamento de Justiça investigue o chat onde funcionários do governo Trump discutiram ataques aos houthis no Iêmen.
Durante uma coletiva na Virgínia, Bondi defendeu o governo, afirmando que as informações no chat não eram classificadas. Contudo, funcionários e ex-funcionários afirmam que detalhes sobre horários e momentos de lançamentos de bombas deveriam ser considerados informações confidenciais.
Bondi também criticou os democratas, mencionando casos como Hillary Clinton e Joe Biden, dizendo que o foco deveria ser em missões militares bem-sucedidas.
O "Signalgate" veio à tona quando Jeffrey Goldberg, editor da revista The Atlantic, revelou ter sido adicionado inadvertidamente ao chat com membros do governo Trump, incluindo o secretário de Defesa e o assessor de Segurança Nacional.
Dois senadores, um de cada partido, pediram uma investigação, alegando que a divulgação poderia ter colocado em risco vidas de soldados americanos. A oposição solicita a renúncia do chefe do Pentágono.
Embora o FBI e o Departamento de Justiça possam investigar, usualmente não dão prosseguimento a casos sem informações confidenciais. A Lei de Espionagem permite acusações por manuseio inadequado de informações, mesmo que não sejam confidenciais, mas casos assim são raros.