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'Dia da libertação': entenda por que Trump usa esse nome para o anúncio de tarifas

Dia 2 de abril marca o início de um movimento tarifário que promete impactar as relações comerciais dos EUA com várias nações. O governo brasileiro enfrenta divisão sobre como responder às medidas que podem afetar produtos e serviços brasileiros.

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, declarou o dia 2 de abril como o “Dia da Libertação”, com a expectativa de anunciar tarifas retaliatórias contra diversos países, incluindo o Brasil.

Trump enfatiza que os EUA estão sendo “enganados” por nações que impõem tarifas mais altas em produtos americanos. Segundo ele, o objetivo é “restaurar a justiça” comercial.

A Casa Branca afirmou que, pela primeira vez em décadas, os Estados Unidos terão um comércio justo. Essa medida era uma promessa de campanha de Trump, que sempre denunciou o tratamento desigual para produtos americanos.

A secretária de imprensa, Karoline Leavitt, reforçou a importância do dia ao dizer que será uma data marcante na América.

No Brasil, o governo está dividido sobre uma possível retaliação. Uma ala, mais ideológica, defende uma resposta agressiva por parte do presidente Lula, enquanto outra, mais pragmática, teme que uma guerra comercial traga mais prejuízos ao país.

Um técnico governista comparou a situação, dizendo: “Nós temos uma granada e eles têm uma bazuca” em termos de capacidade de ataque.

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