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'Dia da Libertação': o que esperar das tarifas prometidas por Trump

Trump anuncia "Dia da Libertação" com tarifas recíprocas para combater produtos estrangeiros. Expectativa é de impactos negativos na economia dos EUA e reações internacionais adversas.

Trump anuncia tarifas recíprocas a partir de 2 de abril

O presidente dos EUA, Donald Trump, está se preparando para implementar tarifas recíprocas, marcadas para o 2 de abril, denominado por ele como "Dia da Libertação". Trump afirma que as taxas servirão para proteger a economia americana e os empregos.

Até o momento, os detalhes das tarifas não foram totalmente divulgados. Em fevereiro, Trump indicou que as tarifas corresponderiam às cobradas por países que impõem taxas sobre produtos americanos, mas não forneceu alíquotas específicas.

Expectativas para o mercado: O mercado financeiro demonstra preocupação, temendo que as tarifas elevem a inflação e prejudiquem a economia dos EUA.

Tarifas a serem implementadas:

  • 25% sobre veículos importados;
  • Tarifas sobre petróleo e gás da Venezuela;
  • Tarifas adicionais sobre a China e importações de medicamentos;
  • 25% sobre aço e alumínio, em vigor desde 12 de março.

Reações internacionais:

  • Canadá: O primeiro-ministro Mark Carney critica a parceria com os EUA;
  • França: Emmanuel Macron considera as tarifas destrutivas para a economia global;
  • México: Presidente Claudia Sheinbaum prioriza defesa de empregos;
  • China: Governo afirma que tarifas não resolverão problemas econômicos;
  • Brasil: Luiz Inácio Lula da Silva promete retaliar se não houver resolução na OMC;
  • União Europeia: Prepara contrarreativas de 26 bilhões de euros.

Efeitos na economia:

  • Economistas alertam para preços mais altos em bens e serviços;
  • Possível desaceleração da economia global;
  • Cadeias produtivas afetadas por aumentos de custo;
  • Bancos centrais podem aumentar as taxas de juros para controlar a inflação.
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