Dia tem falas de Powell, explicação de Bolsonaro e Lei Magnitsky no radar
Investidores aguardam com ansiedade o discurso de Powell no Simpósio de Jackson Hole, que pode indicar a direção futura das taxas de juros nos EUA. No Brasil, o mercado permanece atento às tensões políticas envolvendo o governo Bolsonaro e o STF.
Expectativa para hoje: discurso de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed), no Simpósio de Jackson Hole.
Fed na mira: Antes do discurso, dirigentes do Fed minimizaram expectativas de corte de juros em setembro.
- Beth Hammack (Cleveland): não vê corte de juros; mercado de trabalho e inflação sob pressão.
- Austan Goolsbee (Chicago): defende cautela sobre redução.
- Susan Collins (Boston): sinaliza abertura para redução, mas com preocupações inflacionárias.
Dados recentes mostram arrefecimento da economia, criando expectativas de cortes de juros, que podem impactar o mercado financeiro.
Impacto global: Juros menores podem enfraquecer o dólar e aumentar o fluxo para mercados externos.
Movimentações em Brasília: O mercado observa o presidente Jair Bolsonaro, que deve explicar descumprimento de medidas restritivas e plano de fuga para a Argentina até hoje.
Além disso, o Banco do Brasil bloqueou o cartão de crédito do ministro Alexandre de Moraes (STF) devido à Lei Magnitsky, despertando tensões.
Consequências: Desdobramentos políticos podem impactar acordos entre Brasil e Estados Unidos.