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Dino manda PF investigar uso de R$ 694 milhões em emendas pix

Ministro do STF exige esclarecimentos sobre emendas Pix não registradas e determina envio de informações à Polícia Federal. Prazo de dez dias foi estipulado para o Tribunal de Contas detalhar os casos de recursos sem plano de trabalho.

Ministro Flávio Dino do STF ajustou um prazo de dez dias para que o Tribunal de Contas da União (TCU) especifique R$ 694,6 milhões em emendas Pix sem plano de trabalho.

Na decisão de domingo, Dino ordena que os dados sejam enviados para a Polícia Federal para a abertura de inquérito.

Dino observa “situação de parcial descumprimento de decisão judicial” pela falta de apresentação dos planos.

Emendas Pix permitem que parlamentares destinem recursos diretamente a estados e municípios, sendo mais simples que as emendas tradicionais.

Em decisões anteriores, o STF exigiu planos de trabalho para uso das emendas Pix, detalhando a aplicação dos recursos.

O TCU informou que ainda existem 964 casos de planos não cadastrados referentes aos exercícios de 2020 a 2024.

Dino ressalta que, apesar da redução significativa de planos não cadastrados, ainda persiste o descumprimento, totalizando R$ 694.695.726,00.

O ministro determina que o presidente do TCU, Vital do Rêgo, identifique essas emendas individuais, com informações segmentadas por estado e município.

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