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Eduardo Bolsonaro pede a Motta para exercer mandato dos EUA

Eduardo Bolsonaro justifica pedido de exercício remoto do mandato ao citar crise institucional. A proposta enfrenta resistência de Hugo Motta, que reitera a falta de previsão regimental para tal situação.

Eduardo Bolsonaro (PL-SP) solicitou ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que exerça seu mandato dos Estados Unidos. No ofício, ele mencionou ter realizado “diplomacia parlamentar” e citou a pandemia de covid-19 como precedente para o exercício remoto do mandato.

Eduardo, que está nos Estados Unidos desde 2025, pediu licença para focar em ações contra sanções a violadores de direitos humanos, especificamente em relação ao ministro Alexandre de Moraes do STF.

Recentemente, ele e Jair Bolsonaro foram indiciados pela Polícia Federal por crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado. A investigação alega que Eduardo incentivou sanções internacionais contra o Brasil.

Ele participou, de forma remota, de uma subcomissão da Câmara em 27 de setembro, sem convite formal. Em contrapartida, Hugo Motta já havia afirmado que não há previsão regimental para exercício do mandato à distância.

Motta também criticou ações que impõem sanções ao Brasil, destacando a autonomia dos parlamentares, mas se posicionou contra atitudes que possam prejudicar a economia nacional.

Por fim, um processo de cassação contra Eduardo foi encaminhado ao Conselho de Ética, após ameaças do deputado a Motta sobre sanções relacionadas a um projeto de lei de anistia aos réus dos 8 de Janeiro.

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