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Eduardo Bolsonaro se reuniu com Scott Bessent no dia do encontro que o americano cancelou com Haddad

Encontro gera tensão diplomática e levanta críticas sobre atuação do governo brasileiro. Enquanto Haddad vê sabotagens de extrema direita, Eduardo Bolsonaro defende seu papel nas relações com os EUA.

Deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) se encontrou com o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, em 13 de setembro. A reunião ocorreu no mesmo dia em que uma negociação com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, foi desmarcada.

Eduardo compartilhou a foto da reunião em seu X e destacou a oportunidade de conversar sobre Brasil e América.

A reunião entre Haddad e Bessent deveria tratar da taxação de 50% dos produtos nacionais pelos EUA, mas foi cancelada um ou dois dias antes de acontecer.

Enquanto Japão, Coreia do Sul e União Europeia conseguiram agendar reuniões, o Brasil não teve o mesmo sucesso. Haddad criticou a “extrema direita” e mencionou a “antidiplomacia” praticada por Eduardo e Paulo Figueiredo.

Eduardo rebateu e afirmou que Haddad culpa terceiros pela sua incompetência, enquanto Lula inflama a crise diplomática.

Autoexilado nos EUA, Eduardo pressiona autoridades americanas para sanções contra o Brasil, buscando uma anistia para investigados na tentativa de golpe de Estado, incluindo Jair Bolsonaro.

Ele confirmou sua presença na reunião sobre o tarifaço e pediu a aplicação da lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes, o que aconteceu.

No mesmo dia, Eduardo comemorou novas sanções a autoridades brasileiras, incluindo a cassação de vistos de funcionários do programa Mais Médicos.

Eduardo publicou uma foto em Washington, afirmando: “dia de reuniões importantes com resultados tangíveis”.

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