Em dia de tarifaço, Haddad diz que o cenário é de desafios e apreensão
Haddad comenta sobre o "Dia da Libertação" e a apreensão global em meio às tarifas comerciais de Trump. Ele enfatiza a importância da autonomia do Banco Central e a necessidade de responsabilidade na política para o desenvolvimento do país.
Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declarou que a data de 2 de abril de 2025 é “particular” e provoca apreensão. O comentário ocorreu durante o “Dia da Libertação”, quando o presidente dos EUA, Donald Trump, divulga tarifas comerciais.
Haddad enfatizou que o momento é desafiador e global. Ele participou da cerimônia de 60 anos do Banco Central, que contou com ex-presidentes da autoridade monetária, como Gustavo Franco, Henrique Meirelles e Roberto Campos Neto.
O ministro afirmou que o Banco Central terá o apoio do governo federal, garantindo autonomia e colaboração. Ele expressou confiança nos resultados futuros sob a liderança de Gabriel Galípolo.
Haddad salientou a importância do fortalecimento institucional, mencionando que o Banco Central está em um “novo momento”, após uma transição complexa.
Ele também alertou sobre a dificuldade de vencer a “má política”, que impede a agenda de Estado, e defendeu disputas eleitorais saudáveis com alternância de poder. “Democracia de um partido único não é uma democracia”, afirmou, ressaltando a responsabilidade das autoridades públicas nas decisões que afetam o futuro do país.