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Em interrogatório ao STF, deputados do PL negam desvio de emendas no Maranhão

Deputados do PL defendem inocência em acusações de corrupção vinculadas a emendas em São José de Ribamar. Interrogatórios no STF revelam divergências sobre a participação dos parlamentares no esquema de propina e destinação de recursos.

Três deputados do PL negaram cobrança de propina para emendas enviadas à prefeitura de São José de Ribamar (MA).

Acusados de organização criminosa e corrupção passiva, Josimar Maranhãozinho, Pastor Gil, e Bosco Costa foram interrogados pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A denúncia, recebida em março, envolve R$ 1,6 milhão em propina para destinar R$ 6,6 milhões ao município, representando 25% do total das emendas.

Uma investigação da Polícia Federal encontrou um documento com os nomes dos envolvidos e as porcentagens que cada um supostamente receberia. Maranhãozinho é apontado como líder do esquema.

Durante a audiência, Maranhãozinho permaneceu em silêncio, enquanto Pastor Gil negou as alegações, defendendo que as verbas eram para a construção de um prédio da Assembleia de Deus.

Bosco Costa afirmou que não conhecia o prefeito nem o agiota Pacovan e que todas as emendas foram destinadas a Sergipe. No entanto, seu nome consta no documento de propina.

A investigação foi iniciada em 2020, após denúncias do então prefeito Eudes Sampaio. A PGR sustenta que Maranhãozinho era o responsável pelo controle das emendas, com evidências em diálogos e documentos.

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