Em resposta a Moraes, defesa de Bolsonaro diz que relatório da PF é 'peça política'
Defesa de Jair Bolsonaro contesta indiciamento por coação e diz que pedido de asilo é anterior a medidas cautelares. Advogados também negam violações de restrições impostas pelo STF.
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) enviou explicações ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, sobre o relatório da Polícia Federal que o indiciou por suposta coação de processo.
O prazo para envio das explicações se encerrava às 20h34 desta sexta-feira (22).
No documento, a defesa destaca que um rascunho de pedido de asilo político encontrado no celular de Bolsonaro é de fevereiro de 202, o que não pode ser visto como indício de fuga, uma vez que data antes das medidas cautelares impostas por Moraes este ano.
Os advogados também refutam alegações de que o ex-presidente tenha utilizado redes sociais, em violação à proibição do ministro, e negam contato com o general Braga Netto, outro réu na ação por tentativa de golpe de Estado.
Mais informações em instantes.