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Entenda o que é Swift, o sistema financeiro global

O aumento das tensões comerciais entre Brasil e EUA gera apreensão no setor financeiro sobre possíveis sanções. O governo brasileiro busca garantir sua soberania e evitar consequências drásticas no sistema de pagamentos internacional.

Temor de sanções internacionais cresce após aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro do STF, Alexandre de Moraes, e sobretaxa de 50% sobre produtos brasileiros. Há preocupações de que o Brasil possa ser retirado do sistema de pagamentos Swift.

Bancos já buscam orientações jurídicas nos EUA para prevenir sanções do governo Trump ao sistema financeiro brasileiro. O secretário executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, se reuniu com o chefe do Swift, Hayden Allan, que garantiu que o Brasil não enfrentará sanções unilaterais.

Na última segunda-feira, o ministro Flávio Dino determinou que ordens estrangeiras não têm efeito até que o STF as homologue, blindando Moraes. O sistema Swift conecta 11,5 mil instituições financeiras em mais de 200 países e é essencial para transações financeiras internacionais.

O acesso do Brasil ao Swift é visto como seguro, já que uma eventual remoção depende da anuência do bloco europeu. Durigan descreveu a reunião com Hayden como "excelente", reafirmando a soberania e autonomia do Brasil.

Eduardo Bolsonaro advertiu sobre a possibilidade de novas sanções em entrevistas e destaca a tensão comercial entre Brasil e EUA. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, desconsiderou a ideia de que o Brasil será tratado como um país em guerra, reiterando que ações contra o sistema financeiro seriam desproporcionais.

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