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Equipe de Trump prepara novas tarifas no valor de trilhões para o ‘Dia da Libertação’

Nova proposta de tarifas despertam preocupações sobre recessão e retaliações comerciais. Economistas e aliados políticos expressam alarme diante da possível escalada das tensões econômicas globais.

Casa Branca planeja impor novas tarifas sobre a maioria das importações em 2 de abril, conforme anunciado pelo presidente Donald Trump, chamando o dia de “Dia da Libertação”.

Nos primeiros dois meses de mandato, Trump aumentou tarifas sobre cerca de US$ 800 bilhões em importações da China, México e Canadá. Essas medidas elevaram o mercado de ações, mas geraram riscos de recessão nos EUA e retaliações de parceiros comerciais.

Agora, assessores de Trump preveem um novo regime tarifário que afetará “trilhões” em importações, levantando preocupações entre economistas e republicanos. As discussões envolvem altos colaboradores da administração, como o vice-presidente JD Vance e o secretário de Comércio Howard Lutnick.

Trump afirmou que as tarifas são necessárias para estimular a produção doméstica e forçar concessões comerciais. Ele defende um sistema de tarifas recíprocas, igualando tarifas estrangeiras impostas a produtos dos EUA.

Economistas alertam sobre os impactos negativos das novas tarifas nos mercados globais e na economias dos EUA, com o S&P 500 perdendo mais de 8% no último mês. O clima de confiança do consumidor caiu, enquanto as expectativas de inflação aumentaram.

O governo está debatendo a melhor forma de implementar essas tarifas, com questões legais e logísticas sendo centrais, e considerando vários fatores como manipulação de moeda e barreiras não tarifárias.

Setores como pescadores e produtores de árvores de Natal já pedem proteção tarifária contra concorrência estrangeira. A situação gera pressão contínua sobre a administração para equilibrar interesses nacionais e comerciais.

Com as novas tarifas, a expectativa é que a economia dos EUA enfrente desafios ainda maiores. O impacto nas importações e nas indústrias locais é um ponto central na agenda de Trump, que busca recuperar "a riqueza cedida para outros países".

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