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“Essequibo é da Venezuela”, dizem Corina e González

Líderes de oposição da Venezuela afirmam que a soberania sobre a região de Essequibo é indiscutível e criticam ações de governos anteriores. Eles prometem defender legalmente os direitos do país sobre o território rico em recursos naturais.

Líderes da oposição na Venezuela, Edmundo González e Maria Corina Machado, afirmaram que a região de Essequibo pertence à Venezuela e que defenderão os direitos do país sobre o território.

A região de 160 mil km², atualmente parte da Guiana, é rica em petróleo e minerais, e representa 74% do território guianense. A disputa pelo território existe há mais de um século.

González afirmou: “Rejeitamos qualquer opção de guerra, mas exigimos uma real defesa legal e estratégica. Essequibo é da Venezuela e vamos defendê-lo.”

Os líderes criticaram o ex-presidente Hugo Chávez e o atual presidente Nicolás Maduro por:

  • “Abandonar” o controle da região.
  • Permitir que a Guiana concedesse licenças de exploração.
  • Facilitar que a questão fosse transferida à Corte Internacional de Justiça.

Em 3 de abril de 2024, Maduro promulgou a Ley Orgánica para la Defensa del Esequibo, criando um território venezuelano em uma área reconhecida como guianense.

O CNE (Conselho Nacional Eleitoral) da Venezuela anunciou eleições regionais e parlamentares para 27 de abril de 2025, incluindo Essequibo no pleito. Em 3 de fevereiro, Maduro indicou a intenção de eleger um governador para a região.

Historicamente, os primeiros colonizadores foram os espanholas em 1499, seguidos pelos holandeses no século 16. O território passou a ser parte da Inglaterra em 1814, tornando-se Guiana Inglesa e, posteriormente, independente em 1966.

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