Estamos realmente pensando no trabalhador com o novo crédito consignado?
Banco Central enfrenta críticas por falta de clareza na comunicação sobre taxa de juros e crédito consignado. Com crescimento expressivo do crédito, especialistas questionam se as medidas realmente beneficiam os trabalhadores.
Copom divulga ata de reunião: Cenário inflacionário de curto prazo é desafiador. Expectativas de inflação desancoradas e hiato do produto positivo.
Taxa Selic: Aumento para 14,25% devido à inflação persistente, especialmente em alimentos. Expectativas distantes da meta de 3% para este ano.
Economia superaquecida: Demanda excede capacidade produtiva, podendo elevar preços.
Declarações do presidente do BC: “Crédito consignado pode gerar sensibilidade maior a movimentos dos juros”. Alterações na taxa de juros afetam o crédito no setor privado, tornando-o escasso e caro.
Nova linha de crédito: Mais de R$ 1,2 bilhão contratados em 193.744 contratos, com valor médio de R$ 6.623,48 e taxa média de 3,11% ao mês.
Expectativa de crescimento: Saldo total de crédito consignado do setor privado deve subir de R$ 41 bilhões para R$ 120 bilhões.
Setor financeiro: Carteira de crédito consignado representa entre 15% e 25% do crédito para pessoa física. Crescimento de lucros entre os cinco maiores bancos variou de 7% a 50% em 2024.
Inadimplência: 69 milhões de inadimplentes no país, risco ao FGTS, a poupança forçada do trabalhador.
Reflexão: Estamos realmente pensando no trabalhador?