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EUA admite 'erro' na expulsão de migrante para El Salvador

Governo admite erro na deportação de imigrante e o classifica como membro da gangue MS-13. A esposa do deportado processa o governo, alegando risco de tortura em El Salvador.

Governo Trump reconhece "erro administrativo" na deportação de Kilmar Armando Ábrego García para El Salvador, mas o acusa de ser membro da gangue MS-13.

Ábrego García, que residia legalmente nos EUA, foi deportado em 15 de março com outros supostos membros de gangues. Em 2019, foi acusado de associação criminosa, mas não condenado, e um juiz havia bloqueado sua deportação por riscos à sua vida.

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, admitiu o erro, mas afirmou que ele era um "líder" da MS-13 e estava envolvido em tráficos de pessoas, apoiando a decisão de deportação.

A esposa de Ábrego García e seu filho processam o governo, alegando que ele foi expulso ciente de que enfrentaria prisão e tortura.

Grupos de direitos humanos e alguns políticos criticam as deportações, citando a Lei de Inimigos Estrangeiros de 1798 como base para ações questionáveis.

O apresentador Joe Rogan também protestou, defendendo que os inocentes não devem ser tratados como criminosos.

Trump continua sua luta contra gangues, apesar de um juiz ter suspendido temporariamente deportações baseadas nessa lei antiga. Recentemente, o governo deportou 17 pessoas, alegando que eram "criminosos violentos".

A porta-voz criticou o ex-presidente Joe Biden por permitir a entrada de "assassinos e estupradores" durante seu mandato, embora as estatísticas do FBI mostrem uma diminuição nos crimes violentos em 2023.

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