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EUA anuncia o envio do segundo porta-aviões ao Oriente Médio em meio à escalada de tensões na região

Os EUA reforçam sua presença militar no Oriente Médio com o envio do porta-aviões Harry S. Truman, visando garantir a segurança marítima na região. A escalada das tensões é acentuada pelas ameaças de bombardeio do presidente Trump ao Irã e as retaliações anunciadas por Teerã.

Estados Unidos anunciaram o envio de um porta-aviões ao Oriente Médio nesta terça-feira, 1º de abril, intensificando a presença militar na região, que enfrenta tensões elevadas e ataques a navios.

A decisão acontece durante a campanha militar contra os rebeldes Houthis no Iêmen, com bombardeios quase diários desde o início dos ataques a embarcações no Mar Vermelho e no Golfo de Aden.

O Pentágono confirmou que o porta-aviões Harry S. Truman será acompanhado pelo Carl Vinson para reforçar a segurança marítima e garantir o fluxo comercial nas águas estratégicas.

O porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, disse que o objetivo é “promover a estabilidade regional, deter a agressão e proteger o comércio”. Ele também mencionou que novas capacidades defensivas serão adicionadas às embarcações.

No contexto das tensões, o presidente Trump declarou que “haverá bombardeio” se o Irã não aceitar um acordo nuclear. Ele sugeriu possíveis tarifas secundárias contra o país.

O aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, respondeu com ameaças de retaliação. A linguagem de Trump intensificou suas declarações anteriores sobre as consequências para o Irã caso não haja um novo acordo.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baqaei, afirmou que a ameaça de bombardeio é um ataque à paz e segurança internacional, alertando sobre consequências caso os EUA optem pela violência.

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