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EUA proíbem funcionários do governo de ter relações íntimas com chineses

Nova política visa impedir espionagem e garantir segurança dos diplomatas americanos na China. A decisão foi tomada em resposta a preocupações sobre relações íntimas que poderiam comprometer a integridade dos funcionários do governo.

Estados Unidos proíbem relações românticas entre funcionários do governo e cidadãos chineses, conforme informado pela Associated Press nesta quinta, 4.

A nova política foi implementada pelo ex-embaixador Nicholas Burns em janeiro, após preocupações expressas por membros do Congresso sobre relações íntimas.

Embora algumas agências já tivessem regras, não havia uma política tão abrangente desde a Guerra Fria.

A proibição cobre diplomatas na China continental e Hong Kong, mas não se aplica a americanos fora da China. Funcionários com relações pré-existentes devem solicitar isenções e, se negadas, terminar o relacionamento ou deixar o cargo.

Violadores da política podem ser expulsos da China imediatamente. A política foi comunicada em janeiro, mas não anunciada publicamente.

O Departamento de Estado não faz comentários sobre assuntos internos. Historicamente, agências americanas controle relações íntimas em países considerados rivais, como a Rússia.

Especialistas afirmam que a China usa espionagem por meio de sedução, alertando que diplomatas são seguidos por espiões. A proibição reflete um endurecimento nas tensões entre Washington e Pequim.

A China também aplica regulamentos rígidos em seus diplomatas, como a proibição de relações com cidadãos estrangeiros e restrições de mobilidade. O Ministério das Relações Exteriores da China não comentou sobre a nova política americana.

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