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Ex-primeira-dama da Coreia do Sul é detida por corrupção

Ex-primeira-dama da Coreia do Sul enfrenta graves acusações de corrupção e suborno, tornando-se a primeira a ser presa por tais delitos. O ex-presidente Yoon Suk-yeol também encontra-se detido, intensificando a crise política no país.

Kim Keon Hee, ex-primeira-dama da Coreia do Sul, foi detida em 12 de agosto de 2025, após um mandado de prisão emitido por um tribunal, devido a acusações de corrupção. Sua detenção é um marco, pois ela é a primeira ex-primeira-dama do país a ser presa.

Marido em situação similar: O ex-presidente Yoon Suk-yeol também está detido e enfrenta julgamento após ser afastado em abril por tentativa de impor a lei marcial.

Ações e acusações: Kim Keon Hee é acusada de:

  • Fraude em ações;
  • Suborno;
  • Tráfico de influência ilegal.

Essas acusações envolvem empresários, figuras religiosas e um articulador político.

Um dos casos inclui o uso de um pingente de luxo da marca Van Cleef, avaliado em mais de US$ 43.000, durante uma cúpula da Otan em 2022. Este item não foi declarado, como exige a lei.

Além disso, ela é acusada de receber bolsas da marca Chanel e um colar de diamantes como suborno. O pedido de prisão foi motivado por temores de destruição de provas e interferência na investigação.

A defesa de Kim nega as acusações, enquanto um porta-voz da promotoria afirma que o pingente era genuíno e foi dado por uma construtora nacional.

Contexto político: O atual presidente Lee Jae Myung aprovou uma lei que permite investigações sobre a gestão de Yoon e as tentativas de lei marcial.

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