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Ex-prisioneiros americanos relatam tortura e abuso psicológico na Venezuela

Ex-prisioneiros americanos revelam torturas e estratégias do regime de Maduro para pressionar líderes globais. Suas experiências destacam a complexidade das relações diplomáticas e os desafios enfrentados pelos que buscam a liberdade na Venezuela.

Guardas venezuelanos usavam crachás com os nomes Hitler e Demônio, enquanto americanos em uma prisão eram submetidos a espancamentos e tortura psicológica.

Após três meses de detenção, prisioneiros se rebelaram, gritando por liberdade. Seis americanos foram libertados em janeiro, após uma visita do enviado especial dos EUA a Maduro.

Críticos argumentaram que a visita deu legitimidade a um líder acusado de abusos dos direitos humanos. Entretanto, trouxe os americanos de volta para casa.

Três ex-prisioneiros relataram suas experiências de detenção, indicando que a estratégia de Maduro envolve capturar estrangeiros como instrumento de pressão. Atualmente, ainda há nove americanos e 68 estrangeiros detidos na Venezuela.

A prisão ocorre em meio a disputas sobre a abordagem dos EUA em relação a Maduro. Enquanto alguns defendem compromissos rápidos, outros acreditam em uma abordagem isolacionista.

Werber, Guillaume e Estrella foram presos enquanto tentavam entrar na Venezuela. Werber foi detido em um aeroporto, enquanto os outros dois foram capturados na fronteira.

No inferno da prisão Rodeo Um, eles tentaram uma rebelião, mas foram reprimidos com spray de pimenta e agressões por guardas. Em meio a negociações entre Trump e Maduro, a libertação ocorreu.

Após a libertação, os homens enfrentaram dificuldades de saúde e relataram a falta de apoio médico depois de voltarem aos EUA.

Werber, experiente em situações de prisão, havia saído de uma condenação nos EUA, envolvendo lavagem de dinheiro para um cartel de drogas.

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