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Fatia que BRB quer comprar do Master cai à metade: ‘Tamanho compatível’, diz CEO do banco estatal

Banco de Brasília reduz compra do Banco Master de R$ 48 bi para R$ 23,9 bi. Presidente do BRB justifica exclusão de ativos e espera aprovação rápida do negócio pelo Banco Central.

Banco de Brasília (BRB) reduzirá pela metade a fatia que comprará do Banco Master, com ativos passando de R$ 48 bilhões para R$ 23,9 bilhões.

O presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, informou que o tempo de análise pelo Banco Central tem sido maior que o esperado, mas a expectativa é pela aprovação rápida.

A auditoria revelou que classes de ativos como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) e Fundo de Compensação de Variações Salariais (FCVS) foram excluídas, resultando em uma redução de R$ 13,5 bilhões no valor da operação.

Os passivos do Banco Master que serão adquiridos pelo BRB não terão cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), afetando CDBs acima de R$ 250 mil e letras financeiras. Os critérios de seleção incluem prazo de vencimento e valor.

Costa comentou sobre a investigação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), afirmando que os ativos envolvidos não fazem parte da transação.

Outros detalhes notáveis:

  • Ativos restantes na aquisição: R$ 51,2 bilhões.
  • Nova governança do Banco Master será liderada pelo BRB com outros sócios.
  • A comunicação oficial do BRB sobre a operação foi restabelecida após meses.
  • O modelo de negócios e governança do novo Banco Master será mais atualizado.

Costa finaliza indicando que, com a documentação apresentada, a operação está agora dentro do que é considerado compatível ao tamanho do BRB.

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