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Filhos de Rodolfo Bonfiglioli, banqueiro e dono da marca elefante da Cica, brigam por herança milionária

Batalha judicial entre irmãos revela disputas por herança e chamados de irregularidades na administração de bens do banqueiro Rodolfo Marco Bonfiglioli. Cláudia Bonfiglioli acusa Alberto de ocultação de patrimônio e má gestão, enquanto ele defende a transparência das ações tomadas após a interdição do pai.

Batalha judicial entre irmãos: A divisão da herança do banqueiro Rodolfo Marco Bonfiglioli resultou em disputas legais entre seus filhos, Alberto e Cláudia Bonfiglioli.

Falecimento: Rodolfo faleceu aos 98 anos em 6 de setembro de 2024. Menos de uma hora após sua morte, Alberto protocolou a abertura do inventário.

Patrimônio significativo: Rodolfo herdou várias empresas do pai, incluindo o Banco Auxiliar e a Companhia Industrial de Conservas Alimentícias.

Ações em disputa: Cláudia acusa Alberto de ocultar patrimônio e forjar dívidas, enquanto Alberto nega as acusações. O advogado de Alberto afirma que todo o patrimônio foi devidamente declarado.

Valores em desacordo: Cláudia estima a herança em quase R$ 1 bilhão, enquanto Alberto apresentou um valor de R$ 42 milhões para partilha.

Investigações: Cláudia contratou empresas para analisar o patrimônio; Alberto refuta esses laudos, alegando que não refletem a realidade do espólio.

Venda de bens: Acusações surgem sobre a venda de obras de arte e propriedades. Alberto diz ter vendido bens com autorização judicial.

Divisão da herança: A viúva de Rodolfo, Maria Helena, e os irmãos devem receber partes da herança, mas Cláudia questiona os cálculos apresentados por Alberto.

Decisão judicial: O juiz determinou que somente os bens deixados na data do óbito devem ser partilhados no inventário, enquanto disputas sobre vendas e dívidas ocorrerão em ações separadas.

Próximos passos: As partes prometem ajuizar ações cíveis e criminais relacionadas ao caso.

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