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Filhos de Rodolfo Bonfiglioli, banqueiro e dono da marca elefante da Cica, brigam por herança milionária

Disputa entre herdeiros de Rodolfo Bonfiglioli revela desavenças familiares e acusações graves sobre ocultação de bens. O processo de inventário se complica com alegações de má gestão e interesses financeiros divergentes entre os irmãos.

Divisão da herança de Rodolfo Marco Bonfiglioli gera batalha judicial

A divisão da herança do banqueiro Rodolfo Marco Bonfiglioli resultou em conflitos entre seus dois filhos, com acusação de ocultação de patrimônio e negligência em relação ao pai.

Rodolfo faleceu aos 98 anos em 6 de setembro de 2024. Menos de uma hora depois, seu filho Alberto Bonfiglioli Neto assinou digitalmente a procuração para iniciar o inventário.

Rodolfo herdou negócios, como o Banco Auxiliar e a Companhia Industrial de Conservas Alimentícias. A irmã, Cláudia Bonfiglioli, acusa Alberto de ocultar patrimônio através da holding Palms.

Alberto declara que "todo o patrimônio do espólio foi devidamente declarado". Cláudia, fundadora da Casa Hope, sente-se excluída dos negócios por um machismo familiar.

Desde 2018, Alberto foi o único curador de Rodolfo. Cláudia alega que ele se beneficiou da curatela para forjar dívidas e vender bens, incluindo obras de arte avaliadas em cerca de R$ 22,5 milhões.

Alberto, segundo a transportadora DRB, deixou de pagar uma dívida de R$ 1.292.047,36 referente ao armazenamento de bens.

Enquanto Cláudia reivindica um patrimônio estimado em R$ 1 bilhão, Alberto alega apenas R$ 42.812.746,90 disponíveis para a partilha, após o desconto de dívidas.

Cláudia contratou consultorias para verificar os bens, enquanto Alberto nega qualquer relação com a Palms, que está sob controle de um investidor japonês.

O juiz determinou que os bens devem ser partilhados, mas outras questões, como vendas e dinheiro recebido pela União, devem ser resolvidas em ações separadas.

Os advogados de Cláudia prometem ajuizar ações cíveis e criminais.

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