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Fintechs brasileiras aceleram operações no exterior

O crescimento da internacionalização das fintechs brasileiras reflete a maturidade do setor. Empresas como Monkey e Ebanx estão expandindo suas operações para países da América Latina, Estados Unidos e além.

Internacionalização das Fintechs Brasileiras está acelerando. A Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs) relatou que a participação de empresas com operações fora do Brasil subiu de 2% em 2022 para 4,1% em 2023.

Diego Perez, presidente da ABFintechs, afirma que o crescimento se deve à maior maturidade do ecossistema e parcerias estratégicas. Os Estados Unidos, México e Colômbia são os destinos mais buscados.

A Monkey, fintech de antecipação de recebíveis, iniciou expansão no Chile em 2021. O CEO, Gustavo Muller, planeja entrar no mercado americano e mexicano ainda este ano, e em Colômbia e Peru até 2026. A meta é que a receita internacional aumente de 10% para 25%.

A Ebanx, plataforma de pagamentos, opera em mais de 20 países, incluindo África do Sul e Índia. Em 2024, 50,7% do volume total de pagamentos processados será do exterior, subindo de 42,9% em 2023. O diretor Sebastian Fantini destaca crescimento significativo na Colômbia e México.

Os desafios incluem a fragmentação dos mercados e a execução de projetos, requerendo conhecimento profundo de cada região. A Ebanx formou equipes em 16 países para entender hábitos locais.

A FitBank planeja se expandir para a América Central, após iniciar as operações no México e Guatemala. Já a BlockBR Digital Assets enfatiza a necessidade de contato com escritórios jurídicos para lidar com as variações regulatórias.

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