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Futuro do Open Finance deve ter portabilidade de crédito, salário e investimento, diz chefe do BC

Open Finance promete transformar o sistema financeiro brasileiro ao facilitar a portabilidade de serviços entre instituições. A iniciativa busca dar ao cliente mais controle sobre seus dados e promover maior eficiência nas transações financeiras.

Open Finance, o sistema financeiro aberto, permitirá em breve a portabilidade de crédito, salário e investimento, com mais agilidade e eficiência, conforme afirmou Mardilson Queiroz, chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro (Denor) do Banco Central (BC).

A declaração foi feita durante uma live do BC no dia 14 de setembro. O ecossistema já conta com 65 milhões de contas e movimenta cerca de R$1,2 bilhões mensais em pagamentos. Ele permite a comunicação entre bancos e dá aos clientes o controle sobre seus dados, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Entre as novidades previstas estão:

  • Marketplace de crédito, promovendo maior fluidez e eficiência nos serviços;
  • Pagamentos e transferências com a infraestrutura do Open Finance;
  • Transferências inteligentes para gerir saldo entre contas;
  • Pix Automático para serviços recorrentes.

Os principais benefícios do Open Finance incluem:

  • Gerenciamento financeiro melhorado, visualizando todas as contas em um só lugar;
  • Gestão de portfólio aprimorada;
  • Comprovação de renda, mesmo para trabalho informal;
  • Eficiência em crédito, com análise mais precisa;
  • Conveniência nos pagamentos com Pix, incluindo aproximação e pagamentos online.

A adesão aos produtos do Open Finance é opcional para cada instituição. Assim, os clientes devem verificar as ofertas do seu banco. Queiroz destaca que o Banco X deve permitir a transferência de dados para o Banco Y, mesmo que este último não ofereça a opção de receber os dados via Open Finance.

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