Galípolo comenta Relatório de Política Monetária, IPCA-15, PIB dos EUA e mais
Dados econômicos importantes serão divulgados hoje, incluindo confiança da indústria e IPCA-15, que podem impactar as expectativas sobre inflação e juros. Nos EUA, também são esperados resultados significativos como o PIB e dados de emprego, refletindo a saúde da economia americana.
Data: Quinta-feira, 27 de março de 2024
O dia econômico no Brasil começará com a divulgação do índice de confiança da indústria e do Relatório de Política Monetária às 8h. O IBGE também publicará o IPCA-15 referente a março e o relatório das contas fiscais do Governo Central. Analistas projetam alta de 1,42% na inflação de alimentos.
A agenda dos EUA inclui a divulgação do PIB do 4º trimestre e dados sobre auxílio-desemprego às 9h30. O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, realizará coletiva de imprensa das 11h às 13h e se reunirá com a ACREFI.
O presidente Lula chegou ao Vietnã para convidar o país à cúpula dos Brics e negociar acordos comerciais. Ele encerra sua visita ao Japão promovendo o Mercosul.
O BNDES firmou um empréstimo de R$ 1,077 bilhão para projetos de energia renovável. O Brasil pressiona o México para aumentar exportações de carne suína, buscando novas aprovações de frigoríficos.
Nos EUA, Donald Trump anunciou tarifas sobre importação de automóveis e o Crédito do Trabalhador liberou R$ 340,3 milhões. O Ministério da Fazenda planeja arrecadar até R$ 37 bilhões com um novo leilão de petróleo.
Em fevereiro, o Brasil registrou US$ 9,3 bilhões em investimentos estrangeiros diretos, superando expectativas, mas com um déficit em transações correntes de US$ 8,758 bilhões.
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi formalmente acusado no STF por tentativa de golpe, refutando as acusações. O julgamento está previsto para outubro/novembro de 2025.
O governo federal considera criar um PAC para abastecimento de água em regiões afastadas e a Eletrobras firmou um acordo para reestruturação administrativa no contexto de sua privatização.
Com informações da Reuters e Estadão.