Galípolo diz que jantares atrapalham forma física, mas não o trabalho no BC
Gabriel Galípolo critica reportagem sobre jantares com políticos e artistas, afirmando que eles não prejudicam seu trabalho no Banco Central. O presidente do BC brinca sobre a influência desses encontros em sua forma física, mas defende a importância da interação política e cultural.
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, fez comentários irônicos sobre uma reportagem da Folha que mencionava seus jantares com políticos.
Ele afirmou que os jantares afetam sua forma física, mas não comprometem seu trabalho na presidência da instituição.
Galípolo expressou o desejo de não jantar sozinho durante seu mandato de quatro anos. Ele comentou que, embora os jantares contenham carboidratos, não sente que eles impactam seu desempenho.
Sobre os encontros, destacou que muitos foram com artistas, afirmando que toda arte pode ser uma expressão política.
Recentemente, participou de jantares com figuras políticas e culturais, incluindo um evento em seu apartamento em Brasília.
Na sua primeira entrevista coletiva após assumir o cargo, Galípolo também se pronunciou sobre a autonomia do BC, alegando que o ministro Sidônio Palmeira não interferiu na comunicação da instituição e fez uma brincadeira sobre sugestões do ministro relacionadas a trilhas sonoras.