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Galípolo diz que não haverá ‘bala de prata’ para resolver canais de transmissão da política monetária

Galípolo destaca a necessidade de reformas para melhorar a transmissão da política monetária no Brasil e reforça a importância da comunicação do Banco Central. Ele também menciona desafios futuros e a busca por inovações como parte da agenda da autoridade monetária.

Presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, destacou nesta quarta-feira (2) que os canais de transmissão da política monetária no Brasil podem não funcionar como em outros países.

Em evento pelos 60 anos da instituição, ele afirmou que normalizar esses canais para uma taxa de juros mais baixa será um desafio geracional e que não haverá uma "bala de prata" para resolver a questão.

Galípolo sugeriu que a economia brasileira é dinâmica mesmo com altas taxas de juros, mencionando subsídios cruzados que impactam a política fiscal e monetária. Ele ressaltou a autonomia do BC, elogiando a gestão anterior de Roberto Campos Neto.

O presidente do BC também abordou a necessidade de aperfeiçoar a comunicação com um público mais amplo, destacando que a democratização do debate sobre política monetária é positiva.

Para o futuro, Galípolo mencionou inovações na agenda do Pix para 2025, incluindo novas funcionalidades como Pix por aproximação e Pix parcelado, e a importância da agenda do Drex para o crédito. Ele agradeceu o apoio dos ministros da Fazenda e do Planejamento.

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