Gil do Vigor critica novo consignado para trabalhadores com carteira assinada
Gil do Vigor alerta para os riscos do novo consignado que utiliza o FGTS como garantia. Ele critica a possibilidade de os trabalhadores ficarem sem recursos em caso de demissão e aponta para o alto endividamento das famílias.
Gil do Vigor critica novo consignado para trabalhadores com carteira assinada em vídeo no TikTok.
O ex-BBB atacou o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) como garantia para a linha de crédito com desconto em folha.
Ele ressalta que a taxa de juros do consignado privado é de 2,89% ao mês, com promessa de redução para 1,73% ao mês. Contudo, Gil questiona a real vantagem disso.
Gil explicou que os bancos poderão utilizar até 10% do saldo do FGTS e 100% da multa rescisória como garantia do empréstimo.
Ele alerta que, em caso de demissão, o trabalhador "não vai poder contar com este recurso".
"FGTS é fundo garantidor, não conta-corrente!" afirma o economista.
A regulamentação do FGTS como garantia ainda está pendente e deve ocorrer até julho, segundo informações do governo.
Gil também destaca que muitas famílias já estão endividadas, questionando: "Vão fazer mais dívida? Muito cuidado com isso".
O governo argumenta que o novo consignado privado visa trocar dívidas mais caras por outras com juros menores, não sendo necessariamente um novo empréstimo.