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Gilmar Mendes diz que ‘história fara justiça a Moraes’, critica sanções dos EUA e cita ‘Esptein Files’

Gilmar Mendes defende Alexandre de Moraes diante de sanções dos EUA, destacando a importância da independência do Judiciário brasileiro. Ministro afirma que tentativas de pressão externa comprometem a soberania nacional e critica propostas que visam limitar o foro privilegiado.

Ministro do STF, Gilmar Mendes, apoia Alexandre de Moraes

Durante o Fórum Empresarial Lide, Gilmar Mendes manifestou apoio público a Alexandre de Moraes, em meio a sanções dos EUA com base na Lei Magnitsky.

Gilmar classificou como "impróprias" as tentativas de pressão dos EUA sobre a Justiça brasileira e afirmou: "Devemos muito ao ministro Alexandre. Apoio de maneira inquestionável."

Em julho, o governo dos EUA anunciou sobretaxas de 50% sobre produtos brasileiros e impôs sanções a Moraes, proibindo sua entrada no país e restringindo suas atividades financeiras.

Gilmar ressaltou que envolver o Judiciário em disputas comerciais compromete a soberania nacional. Ele comparou a situação a uma exigência do Brasil para que os EUA revelassem nomes dos Epstein Files.

Gilmar também comentou a pauta no Congresso visando o STF, como propostas para limitar o foro privilegiado e a exigência de autorização do Legislativo para abrir ações contra parlamentares. Ele pediu cautela em relação a essas mudanças.

O julgamento de Bolsonaro está marcado para 2 de setembro, mas Gilmar não participará da análise.
Ele reiterou que não são aceitáveis medidas de pressão externa contra o STF.

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