Goldman rebaixa PRIO e Brava, mantém compra em Petrobras com questões sobre petróleo
Goldman Sachs reavalia ações do setor de petróleo, rebaixando PRIO e Brava Energia, enquanto mantêm recomendação de compra para Petrobras. Relatório indica riscos negativos para os preços do petróleo e sugere seletividade nos investimentos.
Goldman Sachs revisou suas recomendações para ações do setor de petróleo com uma perspectiva incerta para os preços.
Recomendações atualizadas:
- PRIO3: rebaixada para neutro.
- BRAV3: rebaixada para venda.
- PETR3/PETR4: compra.
O banco indica que os riscos de preço do petróleo estão distorcidos para baixo, com uma possível alta no curto prazo devido a sanções. No entanto, a alta capacidade ociosa e novas tarifas podem prejudicar a demanda.
O Goldman Sachs recomenda ações com dividendos atrativos ou forte crescimento, como a Petrobras e Vista Energy.
Sobre a PRIO, o banco vê uma avaliação pouco exigente, mas com visibilidade limitada sobre o cronograma do projeto Wahoo, levando a uma perspectiva de lateralização das ações até 2026, quando esperam o primeiro petróleo.
O preço-alvo da PRIO foi estabelecido em R$ 47,60, com uma expectativa de alta de 20% em relação ao último fechamento.
A Brava foi rebaixada devido à maior sensibilidade a preços baixos do petróleo e limitações de crescimento. O preço-alvo foi reduzido de R$ 23 para R$ 20,60.
A Petrobras e a Vista Energy continuam com recomendações de compra. O Goldman Sachs também prefere utilities brasileiras como Sabesp, Equatorial e Copel devido à proteção contra a volatilidade.
Para a PetroReconcavo, a recomendação é neutra, destacando seus dividendos saudáveis, mas com visibilidade limitada em crescimento futuro.
Essas são as principais análises do Goldman Sachs para o setor de petróleo e gás.