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Google revela volume total de buscas no mundo e diz que Geração Z lidera pesquisas

Google revela que, no último ano, foram processadas 5 trilhões de buscas, destacando a importância contínua da plataforma frente à concorrência. A gigante da tecnologia também enfatiza a evolução das buscas com a adoção de inteligência artificial e novos formatos de pesquisa.

Google Processa 158,5 mil Buscas por Segundo

A cada segundo, o Google processa 158,5 mil buscas globalmente, totalizando 5 trilhões de consultas em 2022. Desse montante, 15% das pesquisas são inéditas.

As informações foram reveladas no evento Think With Google em São Paulo, onde o Google divulgou dados pela primeira vez em quase uma década. Em 2016, foram 2 trilhões de buscas, menos da metade do total atual.

A Busca é o principal produto da empresa, representando mais da metade da receita da Alphabet, controladora do Google. Apesar de desafios com a concorrência, especialmente entre jovens, o Google afirma que a plataforma permanece relevante.

Domínio em Questão

  • Estudos indicam que jovens de 18 a 24 anos preferem redes sociais como TikTok para pesquisas.
  • Fabio Coelho, presidente do Google no Brasil, refuta a noção de que a Geração Z não utiliza a Busca, afirmando que eles realizam mais buscas que outras faixas etárias.

Inovação com Inteligência Artificial

O uso da Busca se transforma com novas ferramentas, como o Overviews, que fornece respostas geradas por IA. Além disso, o Google Lens facilita pesquisas visuais, com 20 bilhões de buscas mensais.

O Futuro e Comportamento do Consumidor

  • Estudo da YPulse revela que menos da metade dos jovens começa a pesquisa pelo Google.
  • O projeto Astra está sendo testado no Brasil, usando IA generativa para criar um assistente pessoal.
  • Nova jornada do consumidor é descrita como fragmentada, com ações de streaming, scrolling, searching, e shopping ocorrendo simultaneamente.

O presidente do Google Brasil destaca a importância da IA, relacionando-a não apenas a inovações tecnológicas, mas também à geopolítica, enfatizando que o Brasil deve também gerar suas próprias inovações.

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