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Governo dos EUA teve influência oculta em ações de guerra da Ucrânia

Investigação revela uma nova faceta da ajuda militar dos EUA à Ucrânia, destacando a complexa parceria secreta que orientou estratégias e operações de combate. As informações indicam um envolvimento mais profundo do que o público imaginava na guerra contra a Rússia.

A guerra na Ucrânia atinge um ponto de inflexão com a proposta do presidente dos EUA, Donald Trump, de reaproximação com Vladimir Putin, visando o fim dos combates.

Nos últimos três anos, os Estados Unidos e a Ucrânia mantiveram uma parceria secreta em inteligência e estratégia, além do apoio financeiro de US$ 66,5 bilhões (R$ 379,5 bilhões) em armamentos.

A investigação do The New York Times revela que o envolvimento dos EUA foi além do esperado, guiando a estratégia de batalha e direcionando informações sobre alvos ucranianos.

Cinco conclusões principais da investigação:

  • A Task Force Dragon foi criada para orientar a Ucrânia na utilização do arsenal sofisticado.
  • Coordenadas de alvos russos eram enviadas após análise de dados de inteligência.
  • Os EUA aumentaram a presença militar na Ucrânia, inicialmente chamada de "especialistas no assunto".
  • A CIA apoiou operações ucranianas até nas águas da Crimeia e autorizou ataques a alvos russos.
  • O fracasso da contraofensiva de 2023 ocorreu devido a desentendimentos na estratégia entre líderes ucranianos.

Os EUA temiam que sua ajuda pudesse provocar uma retaliação russa, mas as operações foram aprofundadas secretamente.

Em um contexto de tensa relação, a disputa interna na Ucrânia entre os generais comprometeu a estratégia, resultando em múltiplas falhas táticas.

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