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Governo espanhol chama decisão que proíbe festas muçulmanas de 'racista'

Ministra critica medida "racista" que proíbe celebrações muçulmanas em Jumilla. Partido Popular se defende, enquanto comunidades religiosas manifestam oposição à nova política.

Ministra espanhola critica medida "racista": Elma Saiz, ministra das Migrações, repudiou decisão da Prefeitura de Jumilla que proíbe festividades religiosas muçulmanas em instalações esportivas.

A medida, aprovada pelo conservador Partido Popular (PP) com apoio do Vox, foi chamada de "absolutamente racista" por Saiz. Ela enfatizou a vigilância do governo para proteger a população afetada.

Motivo da proibição: A decisão proíbe ritos religiosos "estranhos à nossa identidade", afetando festas como o Ramadã. Jumilla, com 27 mil habitantes, tem uma significativa população muçulmana, muitos no setor agrícola.

O PP se defendeu, alegando que a medida é uma "modificação legal" e não uma questão religiosa. O Vox, por sua vez, celebrou a decisão, afirmando que "a Espanha é terra de raízes cristãs".

Reações: Organizações muçulmanas e católicas criticaram a moção, destacando seu impacto negativo na comunidade e afirmando que a liberdade religiosa é um direito protegido.

A polêmica surge após distúrbios em Torre Pacheco, relacionados a ataques a migrantes, evidenciando tensões sociais na região.

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