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Governo estuda linha do BNDES e debênture incentivada para minerais críticos

Governo busca fortalecer a indústria nacional de minerais críticos com incentivos financeiros e novas linhas de crédito. O objetivo é aumentar a produção e agregar valor aos insumos, favorecendo a transição energética e a soberania do Brasil.

Governo estuda incentivos para minerais críticos

O governo brasileiro planeja incluir incentivos às empresas do setor de minerais críticos no plano nacional, através de crédito subsidiado. A proposta visa estimular a extração e o beneficiamento dos insumos.

O plano, a ser concluído em 2023, surge em meio ao crescente interesse dos Estados Unidos nos minerais, essenciais para várias indústrias, incluindo a bélica. O objetivo é aumentar a produção nacional e superar gargalos.

Entre as sugestões, está a possibilidade de empresas de extração emitirem debêntures incentivadas e a criação de uma nova linha de empréstimos pelo BNDES.

O ministro Alexandre Silveira afirmou que o plano busca agregar valor aos minerais no Brasil, evitando a mera exportação de commodities. Contudo, reconhece a realidade em que alguns produtos são mais competitivos na venda de matéria-prima.

Embora mencionado desde o início do governo Lula 3, o tema dos minerais críticos é central na agenda de desenvolvimento e fará parte dos objetivos do Brasil para 2050. O governo deseja criar uma cadeia sustentável, segura e inovadora de minerais críticos.

A demanda global, impulsionada pela transição energética, destaca a importância de minerais como lítio, cobalto, níquel, grafite, nióbio, tântalo, cobre e urânio.

A cadeia dos minerais críticos é mais complexa do que a do minério de ferro, envolvendo vários estágios de refino e processamento, exigindo maior investimento em inovação.

A Vale é uma das principais interessadas no plano, buscando explorar minerais críticos através de sua controlada, a Vale Base Metals.

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