GPT-5 já conversa “como um PhD” – e dá menos respostas malucas
OpenAI apresenta o GPT-5, prometendo maior precisão e funcionalidades avançadas na geração de respostas. Apesar das expectativas elevadas, analistas consideram os resultados uma evolução incremental em relação ao desempenho dos modelos concorrentes.
OpenAI lança o GPT-5 com meses de atraso, em meio a *especulações sobre sua posição na corrida da inteligência artificial*.
O novo modelo do ChatGPT apresenta resultados mais precisos ao decidir quando ser rápido e quando pensar mais profundamente.
A OpenAI afirma que o GPT-5 reduz os riscos de respostas erradas e que a empresa trabalhou “milhares de horas” para evitar *“alucinações”*.
Sam Altman, CEO da OpenAI, compara o GPT-5 a *um especialista de nível PhD*, em oposição ao GPT-3 e GPT-4, que eram comparados a estudantes de colegial e universitário, respectivamente.
Embora o GPT-5 represente um avanço em direção à *superinteligência artificial*, Altman admite que ainda falta algo para superar a mente humana.
Agora, o GPT-5 pode realizar tarefas rotineiras e gerar aplicativos, mantendo a OpenAI competitiva no mercado.
No teste SWE, o GPT-5 registrou 74,9% de acerto, superando a concorrência, mas os resultados foram considerados uma *evolução incremental* e não um grande salto.
Apesar do sucesso, a OpenAI ainda não apresenta lucros significativos; a receita superou os US$ 10 bilhões nos últimos 12 meses, mas a empresa *queima milhões* em desenvolvimento e infraestrutura.
Atualmente, o ChatGPT conta com 700 milhões de usuários ativos e responde a 3 bilhões de perguntas por dia.
A OpenAI, avaliada em aproximadamente US$ 300 bilhões, está em busca de novos investimentos que podem elevar seu valuation a US$ 500 bilhões.