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Grupo pró-Israel nos EUA manda ao governo Trump lista de manifestantes para serem deportados, diz site

Grupo pró-Israel nos EUA busca deportar manifestantes pró-Palestina, gerando pânico na comunidade acadêmica. Estratégias de vigilância e assédio levantam preocupações sobre violação de direitos e segurança dos estudantes estrangeiros.

Grupo pró-Israel nos EUA envia dossiês ao governo de Donald Trump com informações sobre manifestantes que apoiam a causa palestina, buscando deportações.

Vários alunos estrangeiros detidos geram temor entre a comunidade internacional universitária. A Betar US, organização envolvida, coleta dados de ativistas acusados de incitar violência contra judeus. Ex-integrante critica iniciativa como assédio e desinformação.

A Betar envia informaçõe às autoridades, mas não se sabe se o governo Trump as utiliza em operações de busca por líderes de protestos. O grupo afirma colaborar com um decreto de janeiro que visa "combater o antissemitismo", o que tem apoiado detenções.

Recentes operações incluem a detenção do estudante palestino Mahmoud Khalil e outros ativistas, como o indiano Badar Khan Suri e a turca Rumeysa Ozturk, abordada por agentes. Os motivos das detenções permanecem indefinidos.

O secretário de Estado, Marco Rubio, anunciou o cancelamento de vistos de cerca de 300 manifestantes. A Betar também publica informações pessoais de manifestantes, gerando críticas e ameaças a estudantes. Uma delas relatou ansiedade e depressão após ter seu perfil exposto.

O ex-integrante da Betar revelou que o grupo usa reconhecimento facial e redes sociais para identificar manifestantes, coletando diversos dados para montar os dossiês.

Daniel Levy, porta-voz da Betar, afirmou à CNN que enviaram nomes de centenas de ativistas ao governo, solicitando deportações. A Casa Branca confirmou que o Departamento de Segurança Interna utiliza inteligência para identificar manifestantes estrangeiros envolvidos em delitos.

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