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Guerra mostrou que Hamas usa o povo, diz ativista de Gaza; veja vídeo

Protestos crescentes em Gaza refletem descontentamento com o Hamas, à medida que a população sofre com as consequências da violência e da repressão. O ativista Hamza Abu Howidy relata seu exílio e a luta interna entre resistência e a realidade opressora do regime.

Protestos em Gaza revelam descontentamento com o Hamas.

Hamza Abu Howidy, um dos pioneiros dos atos contra o grupo, afirma que a população está cansada do regime que se aproveita da luta anti-Israel.

Howidy, 28 anos, participou de protestos em 2019 e 2023, enfrentou prisão e tortura, e fugiu para a Alemanha após um período difícil em campos de refugiados na Grécia.

Ele relata receber ameaças de morte por sua oposição ao Hamas, mesmo após o mega-ataque terrorista de 7 de outubro que deixou 1.200 mortos, e a morte de cerca de 50 mil palestinos segundo o Hamas.

Howidy observa que, antes, o Hamas tinha apoio da maioria em Gaza, mas a nova guerra mostrou que a população se sente usada.

Durante sua infância, ele foi ensinado a odiar israelenses, mas sua visão mudou ao entrar em contato com diversas ideias e autores.

Com o tempo, ele se juntou à luta por mudanças e organizou protestos, apesar do medo de represálias. Sua última prisão, antes de deixar Gaza, foi em julho de 2023.

Howidy critica o apoio ao Hamas que persiste em alguns círculos à esquerda, ressaltando que o grupo é terrorista e que a situação prejudicou as chances de paz na região.

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