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Hamas aceita proposta de cessar-fogo com Israel e libertação de reféns, diz agência

Cessar-fogo de 60 dias entre Hamas e Israel inclui liberação de reféns e prisioneiros palestinos. A proposta visa interromper intensos combates e buscar um acordo duradouro após quase dois anos de guerra.

Hamas aceita cessar-fogo de 60 dias com Israel, que prevê a liberação de metade dos reféns mantidos em Gaza e a soltura de prisioneiros palestinos. Informação foi confirmada por fonte egípcia à Reuters no dia 18.

Basem Naim, dirigente do Hamas, declarou que o movimento aceitou a proposta dos mediadores. Contudo, Israel ainda não se manifestou.

A proposta inclui a suspensão das operações militares por 60 dias, com o objetivo de alcançar um acordo global para terminar a guerra que dura quase dois anos. A proposta é similar a uma anterior apresentada pelo enviado dos EUA, Steve Witkoff.

Os planos de controle da Cidade de Gaza geraram protestos em Israel, com milhares exigindo o fim das hostilidades e a libertação dos 50 reféns restantes.

A ofensiva israelense levanta preocupações sobre os reféns vivos e a segurança dos deslocados, já que 75% de Gaza está sob controle israelense. Dani Miran, pai de um refém, expressou temor por seu filho.

Milhares de palestinos estão se deslocando para o sul, buscando abrigo devido aos bombardeios constantes. A ONU reporta que 1,35 milhão de pessoas precisam de abrigo emergencial em Gaza.

Além disso, a última rodada de negociações de cessar-fogo resultou em impasse. Israel condiciona o cessar-fogo à liberação total dos reféns e desarme do Hamas, exigência rejeitada pelo grupo.

Donald Trump afirmou em redes sociais que o retorno dos reféns só ocorrerá com a destruição do Hamas. A guerra começou em 7 de outubro de 2023 e resultou em mais de 61.000 palestinos mortos e 263 mortes por desnutrição.

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