Home office a presencial: IA exigirá variedade de modelos de trabalho, diz pesquisador
Denis Pennel, especialista em futuro do trabalho, destaca o potencial positivo da inteligência artificial para transformar o mercado de trabalho, aumentando a produtividade e facilitando o acesso a novas oportunidades. Ele enfatiza a importância de incorporar a tecnologia de forma ética e inclusiva, especialmente em mercados emergentes como o Brasil.
A incorporação da inteligência artificial (IA) divide opiniões entre apocalípticos e integrados, segundo Umberto Eco.
Os pessimistas alertam sobre a substituição de empregos, enquanto os otimistas veem a IA como uma solução para problemas sociais.
O especialista Denis Pennel, otimista, participa da segunda Conferência Global do Mercado de Trabalho (GLMC) em Riad.
Pennel acredita que a IA pode aumentar a produtividade e agilizar processos de recrutamento em todos os mercados, desenvolvidos e emergentes.
Ele destaca a importância da IA em mercados emergentes, especialmente no Brasil, onde a maioria já utiliza IA de forma indireta.
Embora 60% da população brasileira esteja no setor informal, Pennel vê a oportunidade da IA em ajudar trabalhadores a retornarem ao mercado.
Ele defende que a ética deve ser priorizada na utilização da IA para evitar a exploração dos trabalhadores. A diversidade nos arranjos de trabalho é essencial para integrar mais pessoas à economia formal.
- Variedade de opções contratuais é crucial: trabalho remoto, híbrido e presencial.
- A rapidez na acessibilidade à informação transforma como o trabalho é realizado.
- A IA no recrutamento melhora correspondência entre candidatos e vagas, acelerando processos de seleção.
Pennel destaca que a automação na triagem de candidatos reduz vieses humanos, representando uma mudança fundamental nas práticas laborais.