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Ibovespa cai 1,25% e vai a 130 mil pontos com temor sobre tarifa, mas sobe 6% no mês

Ibovespa encerra em baixa, refletindo cautela em torno de tarifas comerciais dos EUA. Expectativas de impacto econômico e desempenho misto de setores marcaram a sessão.

Ibovespa fecha em baixa de 1,25%, aos 130.259,54 pontos, nesta segunda-feira.

A cautela é reflexo da expectativa em torno do “Dia da Libertação” nos EUA, com tarifas recíprocas prometidas por Donald Trump.

O índice da B3 oscilou entre 130.114,96 e 131.900,92 pontos, com giro financeiro de R$ 20,5 bilhões.

No mês de março, o ganho acumulado do Ibovespa é de 6,08%, não superando a máxima histórica de 137 mil pontos em agosto.

Em fevereiro, o índice teve uma perda de 2,64% após alta de 4,86% em janeiro. Em 2025, o Ibovespa subia 2,09% antes da correção e agora chega a 8,29%.

O dólar à vista fechou a R$ 5,7053, com retração de 3,57% no mês.

Fernando Cesar, especialista da WIT Invest, destaca o setor bancário como um dos "pontos altos" da bolsa brasileira, com Itaú PN subindo 8,24% e Bradesco até 12,92% na PN.

Nos EUA, o Nasdaq caiu 8,21%, enquanto o S&P 500 e o Dow Jones retraíram 5,75% e 4,20%, respectivamente.

Expectativa cautelosa dos investidores quanto às políticas comerciais internacionais e seus impactos na economia brasileira. Relatório Focus do Banco Central mantém previsão de inflação para 2025 em 5,65%.

Na ponta ganhadora do Ibovespa: Pão de Açúcar (PCAR3; +13,60%), Minerva (BEEF3; +1,77%) e TIM (TIMS3; +1,29%).

Na ponta perdedora: CVC (CVCB3; -6,19%), Vamos (VAMO3; -6,00%) e Marcopolo (POMO4; -5,26%).

Vale ON (VALE3) caiu 1,49% e Petrobras na ON e PN fecharam em baixa de 0,61% e 0,72%.

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